A família cresce…


Primeiro chegou a Alfreda (uma BJD Momocolor Banya, escala 1:6) fruto de uma troca.


Ontem chegou a Purple (uma Monster High, Elissabat), presente de uma amiga.


Aos poucos vou tendo modelos completos para fazer aquilo que tanto gozo me dá, roupa para bonecas. Digo modelos completos porque cá pelo atelier Libelinha Design® mora também um corpo sem cabeça de uma Blythe, o corpo original de uma Tangkou (o corpo original da Miüky que foi trocado por um Azone Pure Neemo size L), e dois desenhos (outline) dos corpos de BJD MSD e SD (ou seja, BJD 1/3 e BJD 1/4). Para tricotar o outline das bonecas é o suficiente mas não quero ficar só pelas peças em tricot, quero também costurar e para isso é necessário ter a boneca ou pelo menos o corpo dela (a boneca completa sempre dá para me divertir com a parte da fotografia).

Depois há a outra parte artística que também me fascina… O face-up (a maquilhagem que se faz na boneca)! A Alfreda ainda está em branco, espero em breve poder dar-lhe cor a esta carinha laroca. A Purple para já fica com o face-up original mas a verdade é que eu já andava ansiosa por ter uma Monster High para experimentar fazer um face-up mais realista, tenho visto muitas alteradas e são espectaculares!

E a família cresce neste mundo fascinante das Doll.

Advertisement

Hoje foi um dia especial

Há uns 3 anos atrás assisti a uma sessão de esclarecimento sobre adopção. Percebi que mesmo que as crianças que nasciam e viviam em situações complicadas eram retiradas ás famílias e que iam para instituições à espera que a situação da família estabilizasse. Uma criança nunca é retirada de uma família directamente para adopção. O tribunal ou a Segurança Social privilegia a família biológica antes da família adoptante. Dá-se sempre oportunidade à família biológica de criar condições estáveis para que a família  continue junta.

Deram exemplos de situações e eu fiquei a perceber muita coisa… Fiquei a perceber que muitos miúdos estão em instituições em “stand by”… Muitos aguardam que a família crie condições para os ter de volta… Muitos aguardam serem adoptados… Há sempre a preferência pelos bebés e os mais velhos ficam sempre à espera… Que as famílias que querem adoptar também têm de ter algumas condições… E acreditem que não é só a condição monetária e a estabilidade… Mas há que ter uma preparação psicológica para adoptar uma criança que poderá ter muitos traumas… Isto são só alguns pequenos exemplos.


Hoje foi um dia especial! A pedido de uma amiga fui fazer voluntariado como palhaça numa dessas instituições, que acolhem crianças retiradas de famílias problemáticas… Umas aguardam adopção… Outras que a família estabilize para que voltem a casa.

Comentei com uma amiga minha e ela sem nunca ter feito animação ou “clown” quis ir comigo neste voluntariado.

Lá fomos nós hoje entregar uns “miminhos” que recolhemos de várias pessoas num apelo feito pelo Facebook pela Marisa Lopes. Ainda eu nem sequer tinha entrado e já ouvia da rua os miúdos a gritarem “Palhaços! Palhaços!”… A emoção era grande!

Senti uma responsabilidade enorme! Enquanto trocava de roupa com a minha amiga tremia… Tremia de emoção, de responsabilidade! A responsabilidade de tornar este dia o mais especial para aquelas crianças.

Enchi o peito… Respirei bem fundo e fui!


Let’s go party!

Foi tocante ver aqueles olhos brilhantes por cada balão modelado… O espanto pelo facto de eu não falar e de ter um apito na boca (uso uma palheta que pelas entoação que se dá e com gestos de mímica até me conseguem perceber)… Pediram-me para eu me sentar ao lado deles na hora do lanche… Da brincadeira das pipocas… Em que um dos mais “terroristas” me roubava as pipocas do meu prato só para eu lhe roubar as do prato dele. O do “contra” que se recusava a tudo e que poucas emoções sempre demonstrou… Ia-se rindo da brincadeira que eu tinha com o “terrorista” e que a meio da brincadeira e de alguma conversa que ia tendo com ele já dizia “sim” a algumas coisas (no início respondia “não” a tudo mesmo quando eu invertia as perguntas, tentando dar-lhe a volta ao seu “mau-feitio”)… No final ofereceu-me todas as pipocas que tinha no prato porque o “terrorista” mas comeu todas por duas vezes.

Eu vim de coração cheio! E espero que aquele momento tenha sido tão especial para eles como foi para mim.

Coração cheio ❤️

Na primeira semana em que iniciou as Feiras de Verão aqui na Torreira e na qual eu participei, tive a visita de uma menina e da mãe fãs da Miüky. Fizeram algumas perguntas acerca da boneca e a mãe disse que a B. queria uma, disse-lhes para procurarem por Tangkou na internet e dei-lhes o meu cartão para me contactarem caso tivessem alguma dúvida.

Uns dias mais tarde recebo um e-mail da B. com algumas perguntas… Dei-lhe concelhos, a minha opinião sobre as características de algumas Tangkou.

Hoje tive uma bela surpresa… A visita da B. e da sua família com a Tangkou que lhe tinha chegado há uns dias.

image

É uma Tangkou Aussie como a Miüky! A Miüky já sofreu grandes alterações mas é giro ter uma original do mesmo lançamento/ano para ver as comparações da transformação da Miüky.

E eu fiquei de coração cheio pela B. ter vindo partilhar a chegada da sua Tangkou comigo ❤️

Vivam as feiras

E as “tainadas”!

image image

De 14 a 19 de Julho a Libelinha Design® esteve presente nas Feiras de Verão, que tiveram lugar na Praia da Torreira, com um grupo fantástico de “feirantes”. No primeiro dia o ajuntamento começou timidamente com uma pausa ao final da tarde com umas minis e foi evoluindo no decorrer dos dias com biscoitos, tremoços… No penúltimo dia com uns caralhoses (também conhecido por navalhas ou lingueirão… Mas aqui na terra é mesmo assim que são chamados: caralhoses! Registados na segunda fotografia.) e para terminar o último dia em grande uma bela de uma febrada na brasa feita ali na hora ao almoço e ao jantar.

Conversa boa, muita gargalhada e alguns desabafos. Foi simplesmente fantástico!

Obrigada a todos que tornaram estas Feiras de Verão a melhor das melhores ❤️

Salty Water

Depois desta experiência, ter-me mudadado para o lado do mar (nunca morei verdadeiramente longe dele)… O Surf parece cada vez mais fazer parte da minha vida mesmo sem eu saber surfar. Há-de de ser o próximo passo… Mas até lá há muita coisa para fazer, mas adiante que o assunto é outro!

Estava aqui a comentar com a A. a encomenda que me fizeram à uns tempos para uma troca e só agora tive a oportunidade de pegar nela… Mostrei-lhe o trabalho feito até agora.

  
E a conversa foi fluindo em redor do surf e tudo o que o envolve… Desde produtos, ás escolas de surf, ás surf houses e outros desportos naúticos que por aqui existem em redor… Como o SUP, o Kitesurf e o windsurf. E dou por mim completamente entusiasmada com a conversa… Como desde sempre tivesse vivido neste mundo! Ás vezes penso que tenho alma de surfista.

Estes últimos tempos tem sido a água salgada que me tem movido… O sol… A areia… É verdade que desde miúda quis morar na praia mas sempre tive medo do mar e mesmo antes desta experiência dou por mim a atrever-me pelo mar dentro… A mergulhar as ondas mesmo mal sabendo nadar e… A sentir-me plena! Sem medo de arriscar a beber uns pirolitos.

Entre ontem e hoje fiz uma maratona de tricot… Doíam-me as pernas de estar sentada “à chinês”, o traseiro estava a ficar quadrado, quase esqueci de almoçar e o jantar já foi a más horas… O esquema de tricot que queria experimentar também me prendeu ao trabalho… Mas enquanto tricotava esta meia de surf os meus pensamentos surfavam!

Ainda nem a meio vai… Suspeito que vou passar muito tempo na  água salgada (“Salty Water” – adoro este termo!) ❤️

Descida do Rio Antuã

14ª Descida do Rio Antuã vai acontecer no próximo dia 24 de Maio e… A Libelinha Design® vai estar presente na feira de artesanato no Parque de Estarreja (junto ao Café do Parque), a partir das 10 horas. Venham ver as minhas peças ao vivo e espreitar as novidades para este Verão.

E a partir das 15 horas pode assistir à Descida do Rio Antuã e divertir-se com a criatividade das embarcações.

 Foto retirada da página do Facebook da Descida do Rio Antuã.

WIP

E quando quem encomenda, envia o material?

Por vezes nem sempre é fácil receber uma encomenda personalizada pois muitas vezes quem está do outro lado tem uma ideia muito específica do que quer. Muitas vezes sou desafiada a criar algo novo, que eu nunca tenha feito e confesso que gosto desses desafios. Gosto sempre de por à prova as minhas capacidades de criação com a ideia específica do cliente. Outras vezes pedem-me peças que já tenham sido feitas por mim mas numa cor muito específica… O que por vezes é mesmo difícil de encontrar porque nos limitamos ao que existe no mercado de matéria-prima.


Neste caso nem foi uma, nem a outra situação… Foi a indecisão das cores disponíveis nas retrosarias locais, a cliente resolveu procurar também na sua zona outras alternativas ao proposto a ver se encontrava algo que fosse de encontro ao seus gostos. E assim recebo pelo correio este fio lindíssimo com o qual estou a trabalhar.

O fio é o “Katia – Azteca” e tem sido uma maravilha trabalhar com ele.