As últimas de 2015


Para não me esquecer da água salgada que me acompanhou neste ano todo… Tanto em suor, como em lágrimas ou simplesmente em mergulhos no mar para me purificar o espírito. As ondas e umas investidas no surf.


Um ano que me pareceu passar rápido demais, com muitos altos e baixos… Mas também vitórias.


O ano marcado pela liberdade… Liberdade das escolhas… Liberdade das decisões tomadas por mim!


Um ano também marcado pelo amor… Pelo amor em todas as suas formas! Amor por mim, amor pela família, amor pelos amigos, amor pela vida e pelo mundo em que vivemos ❤️

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Salty Water


O Domingo apeteceu-me uma breve caminhada à beira mar.


Ouvir as ondas a bater nas pedras do paredão.


Sentir o cheiro a maresia.


Ver as gaivotas a fintar as ondas.


Sentir os salpicos do mar na cara.


E enquanto caminhava fui recolhendo o lixo que encontrava pela frente. É nisto que o projecto “2 minute beach clean” se baseia… Ir recolhendo o que encontras na tua caminhada sem te desviares, pode parecer pouco mas já é muito, visto que por norma ninguém apanha nada. Por pouco que pareça já é alguma coisa. Uma praia limpa, é um oceano sem plásticos… É um mundo melhor!

E se tirares foto do lixo que apanhares publicares no Instagram com a hashtag #2minutebeachclean, além de promoveres e dares o exemplo de uma iniciativa como esta poderás habilitar-te a um mimo dos seus patrocinadores. Procura saber mais sobre esta iniciativa através da conta deles no Instagram @2minutebeachclean.

Caminhada

Já algum tempo que não fazia as minhas caminhadas… Aulas, trabalho e animações têm ocupado a maior parte do meu tempo. 

Ontem lá fui eu de máquina em punho, foram só 6Km que o corpo já não está habituado.

  
Num ritmo não muito acelerado mas com algumas paragens para as fotos.

  
Morar nestas paisagens é morar no paraíso.

  
Adoro este pedaço de terra entre a Ria de Aveiro e o mar.

  
Colorido pela simplicidade da vida que se vive por cá.

  
Por vezes longe de tudo e ao mesmo tempo tão perto…

  
Faz-me bem respirar esta natureza.

  
Este azul infinito do céu…

  
Dois cães a dormir num descampado… Provavelmente sem dono mas bem tratados. 
Estes momentos só meus e da natureza que me envolve… Faz-me sentir viva… Cheira-me a liberdade!

Fotografia

– “Tu que adoras fotografar, precisas é de uma boa máquina fotográfica.”

– “Ohhhh, não preciso nada… Tenho uma e nem uso. O iPhone mesmo pré-histórico tem mais qualidade que a máquina e o IPad serve bem para as fotografias que tiro. Além do mais elas são enormes para se carregarem sempre e eu gosto de a qualquer momento fotografar.”

TUNGA!

  
E agora?

Agora não a largo… Experiências atrás de experiências, numa tentativa de perceber como funciona.

  
Levei-a logo comigo para a consoada em casa da mamã Libelinha.

 
Na volta a casa, parar o carro para registar momentos como este.

  

Perceber que consigo registar a lua cheia sem parecer um pontinho brilhante como pela lente dos smartgadgets deixa-me fascinada.

  
Nem os gatos escaparam à experiência.

  
Com um flash que faz parecer estar ás escuras (as luzes de casa estavam acesas).

  
Conseguir fotografar o mar em todo o seu esplendor sem sair de casa. Simplesmente brutal!
Obrigada ❤️ Adorei o presente, foi mesmo uma surpresa!

A família cresce…


Primeiro chegou a Alfreda (uma BJD Momocolor Banya, escala 1:6) fruto de uma troca.


Ontem chegou a Purple (uma Monster High, Elissabat), presente de uma amiga.


Aos poucos vou tendo modelos completos para fazer aquilo que tanto gozo me dá, roupa para bonecas. Digo modelos completos porque cá pelo atelier Libelinha Design® mora também um corpo sem cabeça de uma Blythe, o corpo original de uma Tangkou (o corpo original da Miüky que foi trocado por um Azone Pure Neemo size L), e dois desenhos (outline) dos corpos de BJD MSD e SD (ou seja, BJD 1/3 e BJD 1/4). Para tricotar o outline das bonecas é o suficiente mas não quero ficar só pelas peças em tricot, quero também costurar e para isso é necessário ter a boneca ou pelo menos o corpo dela (a boneca completa sempre dá para me divertir com a parte da fotografia).

Depois há a outra parte artística que também me fascina… O face-up (a maquilhagem que se faz na boneca)! A Alfreda ainda está em branco, espero em breve poder dar-lhe cor a esta carinha laroca. A Purple para já fica com o face-up original mas a verdade é que eu já andava ansiosa por ter uma Monster High para experimentar fazer um face-up mais realista, tenho visto muitas alteradas e são espectaculares!

E a família cresce neste mundo fascinante das Doll.

Hoje foi um dia especial

Há uns 3 anos atrás assisti a uma sessão de esclarecimento sobre adopção. Percebi que mesmo que as crianças que nasciam e viviam em situações complicadas eram retiradas ás famílias e que iam para instituições à espera que a situação da família estabilizasse. Uma criança nunca é retirada de uma família directamente para adopção. O tribunal ou a Segurança Social privilegia a família biológica antes da família adoptante. Dá-se sempre oportunidade à família biológica de criar condições estáveis para que a família  continue junta.

Deram exemplos de situações e eu fiquei a perceber muita coisa… Fiquei a perceber que muitos miúdos estão em instituições em “stand by”… Muitos aguardam que a família crie condições para os ter de volta… Muitos aguardam serem adoptados… Há sempre a preferência pelos bebés e os mais velhos ficam sempre à espera… Que as famílias que querem adoptar também têm de ter algumas condições… E acreditem que não é só a condição monetária e a estabilidade… Mas há que ter uma preparação psicológica para adoptar uma criança que poderá ter muitos traumas… Isto são só alguns pequenos exemplos.


Hoje foi um dia especial! A pedido de uma amiga fui fazer voluntariado como palhaça numa dessas instituições, que acolhem crianças retiradas de famílias problemáticas… Umas aguardam adopção… Outras que a família estabilize para que voltem a casa.

Comentei com uma amiga minha e ela sem nunca ter feito animação ou “clown” quis ir comigo neste voluntariado.

Lá fomos nós hoje entregar uns “miminhos” que recolhemos de várias pessoas num apelo feito pelo Facebook pela Marisa Lopes. Ainda eu nem sequer tinha entrado e já ouvia da rua os miúdos a gritarem “Palhaços! Palhaços!”… A emoção era grande!

Senti uma responsabilidade enorme! Enquanto trocava de roupa com a minha amiga tremia… Tremia de emoção, de responsabilidade! A responsabilidade de tornar este dia o mais especial para aquelas crianças.

Enchi o peito… Respirei bem fundo e fui!


Let’s go party!

Foi tocante ver aqueles olhos brilhantes por cada balão modelado… O espanto pelo facto de eu não falar e de ter um apito na boca (uso uma palheta que pelas entoação que se dá e com gestos de mímica até me conseguem perceber)… Pediram-me para eu me sentar ao lado deles na hora do lanche… Da brincadeira das pipocas… Em que um dos mais “terroristas” me roubava as pipocas do meu prato só para eu lhe roubar as do prato dele. O do “contra” que se recusava a tudo e que poucas emoções sempre demonstrou… Ia-se rindo da brincadeira que eu tinha com o “terrorista” e que a meio da brincadeira e de alguma conversa que ia tendo com ele já dizia “sim” a algumas coisas (no início respondia “não” a tudo mesmo quando eu invertia as perguntas, tentando dar-lhe a volta ao seu “mau-feitio”)… No final ofereceu-me todas as pipocas que tinha no prato porque o “terrorista” mas comeu todas por duas vezes.

Eu vim de coração cheio! E espero que aquele momento tenha sido tão especial para eles como foi para mim.

Afinal…

Afinal… E analisando bem as coisas, esmiuçando bem a situação… Acho que sofro de depressão climatérica!

  
Se chove, também o meu humor anda cinzento… Se faz sol, ando bem humorada! Não vai ser fácil… Ainda estamos só no Outono! O frio só me incomoda porque sou bastante friorenta e não gosto de me “enchouriçar” com roupa… Mas gosto das tempestades e de estar a trabalhar no atelier Libelinha Design® ou de enfrentar as forças da natureza, apanhar vento na cara e encharcar-me na chuva!

Se calhar… Se calhar só não gosto dos dias curtos e das noites compridas. E ao mesmo tempo sei aproveitar as 4 estações do ano e tudo o que elas têm para me dar.

Só não sei perceber o meu mau humor e tudo serve de desculpa para o entender!